monocongo
Wednesday, August 13, 2003
 
A Pequena e entristecedora história de Ananão, um ananás anão
Tal como qualquer peça de fruta adolescente de classe M (classe média), Ananão sentia uma forte pressão familiar para conseguir ingressar num hipermercado prestigiante como fosse o Jumbo de Alfragide ou o Continente do Colombo. O dia em que iria ao tapete rolante (local onde o destino a dar às frutas é traçado, sendo que tal acto é conhecido no mundo da frutaria simplesmente como “ir ao tapete”), Ananão sabia que lhe podiam sair três destinos possíveis em sorte. O primeiro seria o lixo comum, onde se passaria o resto dos dias a apodrecer num a lixeira ou, com alguma sorte, num aterro selado. Em princípio Ananão escaparia, pois ainda se encontrava bastante verde e este local recebia fruta já num estado avançado de maturidade ou mesmo podre. A outra hipótese seria uma feira de agricultura biológica, mas geralmente só certos sectores frutícolas da sociedade com uma eduação mais selectiva conseguiam chegar a este ponto. No entanto, como Ananão era um ananás anão, o seu aspecto meio grotesco poderia levar a que fosse seleccionado para o Mercado biológico, apesar de ter tido contacto com pesticidadãos. Estes não eram mais do que habitantes de campos agrícolas cujas influências eram mal vistas pelo sector elitista da agricultura biológica. A terceira via seria a inclusão de Ananão no stock de um hipermercado. Aqui Ananão sabia que as hipóteses eram escassas, pois ele poderia não passar na chamada prova global da normalização, à qual todas as frutas e legumes estavam sujeitas no fim de cada ano agrícola (vulgo ano lectivo). O grande dia chegou e apesar de todas as contrariadades fruto do seu tamanho, Ananão consegui ingressar num hipermercado do centro do país. Passado quatro dias Ananão foi comprado por uma família, que o consumiu de imediato. Mesmo antes de ser consumido Ananão recebeu uma chamada de telemóvel de um pêssego podre, um grande amigo seu, a contar como estava feliz numa lixeira onde havia festas e raves a toda a hora. Ananão foi deglutido infeliz.

Tuesday, August 12, 2003
 
Estudo Neo-zelandês
Um estudo feito por uma Universidade Neozelandesa revelou que 3 em cada 5 islandeses já viram a mulher do patrão toda nua. O mesmo estudo revelou ainda que destes 3 islandeses, dois já conversaram com a mulher do chefe, estando esta toda despida. Finalmente destes dois últimos que já conversaram, um deles já tocou na mulher do chefe, estando esta, igualmente, completamente descascada.
O estudo refere ainda que de entre os islandeses que tocaram na mulher, metade, (ou seja meio islandês em cada 5) foram apanhados pelo chefe em flagrante delito. Em cada um terço destas situações, o chefe encontrava-se também completamente despido.

Este estudo insere-se num programa neozelandês sobre hábitos de trabalho de povos longínquos.

 
homem-estátua
Um suazilândio de ascendência greco-romana arranjou uma maneira bastante original de ganhar a vida. De madrugada quando praticamente ninguém circula nas ruas, desloca-se para uma zona central de qualquer grande cidade da Europa, levando consigo uma estátua que imita na perfeição um homem estátua. Coloca a estátua num local estratégico e deixa um chapéu no chão para as moedas. Depois durante o dia, vai circulando ao pé da estátua com uma ar embasbacado e tece elogiosos comentários ao suposto homem estátua que ele ali colocou. A certa altura do dia, chega mesmo a ausentar-se do local para almoçar e dormir a sesta. Depois ao princípio da noite, recolhe rapidamente o dinheiro e a estátua, na esperança de que ninguém o tenha visto.
Quando é desmascarado (o que acontece 1 vez por mês) muda de cidade.

 
Sexo e futebol
Um estudo efectuado pelo Instituto de Estudos Parasexuais concluiu que, nos países do sul da europa, 37% das mulheres que têm amantes, já tiveram relações com um amante na sua própria casa enquanto o marido assistia, também em casa, a um desafio de Futebol na televisão. 25% dizem que chegaram mesmo a ter um orgasmo em simultâneo não com o amante, mas sim com o marido, que nessa mesma altura gritava “golo” de forma extasiada. Por outro lado todas estas mulheres já tiveram na situação em que o amante se apercebe que está a ser transmitido um jogo de futebol e não consegue*.

*não consegue deixar de ver o jogo

 
jogador das Caldas
Todos nós sabemos que os portugueses foram os primeiros a chegar a quase todo o lado. O que não se sabia é que os portugueses, em tempos, estiveram em Marte. Esta conclusão foi tirada após uma sonda da NASA ter observado um estranho objecto num dos vales mais inacessíveis ao homem terráqueo. Este objecto era nem mais nem menos do que um autêntico e genuíno jogador de futebol em loiça das caldas com o galhardete do Benfica, O dito objecto estava um pouco deteriorado, mas perfeitamente reconhecível e operacional (ou seja, com o cordel a funcionar). A equipa da NASA responsável por esta sonda esteve cerca de 6 meses a investigar que objecto seria aquele, tendo começado por investigar todo o artesanato do planeta Terra nos diferentes países a partir da letra A. Ora só depois de muitos países chegou ao P de Portugal. Neste momento estão já diversos historiadores a estudar qual a explicação para tal facto. O que é certo é que o jogador em loiça vai ser comercializado à borla por uma empresa americana, pois nunca ninguém se tinha lembrado de patentear esse objecto que perdura no nosso imaginário colectivo.
Monday, August 11, 2003
 
Nova geração de autocarros
Em ChiongPiong, cidade com 12 milhões de habitantes da China nordestina, estão a ser implementados uma série de novos dispositivos para resolver o problema do excesso de passageiros nas carreiras urbanas.
Assim, está instalado um sistema que permite ao condutor activar um campo eléctrico na zona da entrada do autocarro, obrigando aquelas pessoas que querem entrar à viva força quando o autocarro está apinhado de gente, a sairem do autocarro a tremer com o choque eléctrico.
Outro dispositivo, também controlado pelo condutor, é um sistema de ventilação que provoca uma corrente de ar fortíssima dentro do autocarro, arrastando para a retaguarda as pessoas que teimosamente permanecem na zona da frente do autocarro.
Também está instalado um sistema de ejecção nos bancos para passageiros prioritários. Assim, qualquer passageiro prioritário pode carregar num botão que aciona uma mola por baixo de um assento, projectando uns bons dois metros para a frente a pessoa que lá estiver sentada.
Igualmente existe um botão, perto da porta de saída, que pode ser pressionado quando o condutor se esquece de abrir esta porta. Assim, ouve-se alto e bom som uma gravação da frase "djong beng txa ping" que quer dizer nem mais nem menos que: " ó chefe, abra atrás!".
Nestes autocarros, quando alguém fôr apanhado sem bilhete, o "pica" chama via rádio o disco jockey anão que, com o seu taco de baseball, espanca o faltoso diante dos outros passageiros, para que sirva de lição.

Confirmo que este disco jockey anão é o mesmo que espancava quem fazia batota no concurso da urina na discoteca de Alica Springs, Austrália.
 
Concurso urinal
Numa discoteca de Alice Springs, Austrália, as bebidas são de borla para quem urinar mais (na casa de banho) entre a meia-noite e as quatro da manhã. O controle é feito através de câmaras e de sensores nos urinóis e retretes e quem não quiser ser filmado não se habilita ao prémio. Quem fôr apanhado a deitar água (ou outro líquido) para um urinol ou retrete, é espancado por um Disco Jockey anão com um taco de baseball à frente de toda a gente.
No fim de cada mês, os vencedores de cada dia desse mês participam num concurso em que quem urinar mais continuamente (isto é, sem interrupeções; logo as pingas já não valem) ganha um automóvel. Mais uma vez quem fizer batota é espancado pelo Disco jockey anão com o seu taco de baseball.

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